Após sofrer humilhações da própria família, eles usaram a revolta da fé, e deram a volta por cima

Paulo Alexandre Iesca, de 36 anos, e Caroline de Souza Iesca, de 32, participam da Fogueira Santa desde 1996, e nunca ficaram de fora de nenhuma campanha. Eles estão casados há 12 anos, mas não tiveram uma vida fácil. Caroline chegou ao Cenáculo do Espírito Santo solteira, com problemas familiares e perturbações espirituais. “Eu sonhava em ser realizada na minha vida sentimental e, mesmo tendo boas qualificações profissionais, não conseguia um bom emprego”, conta.

Em pouco tempo Paulo e Carol se conheceram. Porém a família dela estava numa situação financeira melhor do que a dele, e por isso, os pais dela não acreditavam que ele poderia sustentá-la. “Eles não aceitavam a nossa união, mas, nós estávamos na mesma fé, e nos casamos. Só que uma das exigências da família dela era que pelo menos tivéssemos uma casa própria. Então, com muita dificuldade, compramos financiado um imóvel de 30 metros quadrados. A situação era tão difícil que nós nem fizemos festa de casamento, nos despedimos de nossos amigos na Igreja. Mas, eu tinha certeza que Deus mudaria a nossa vida, pela fé”, relata Paulo.
Na Fogueira Santa de junho de 2010, a família passou por um grande susto. Caroline desenvolveu no pescoço um cisto branquial, que não tinha chance de cura. “O meu médico disse que 90% das pessoas que fizeram a cirurgia saiam mortas do Centro Cirúrgico e as 10% restantes saiam paralisadas, sem nem conseguir falar. Só que eu não tinha a possibilidade de não fazer a operação, porque ao longo dos dias o cisto poderia descer para o pulmão e então eu faleceria da mesma forma”, lembra Carol.

Como o casal já estava na fé da Fogueira Santa, resolveu pedir ao médico duas semanas de tempo para resolver a situação: “Esse foi o pior momento, porque o médico disse que eu não teria aquelas duas semanas. Nós continuamos na fé e resolvi fazer a cirurgia. Tive que assinar um termo de responsabilidade e o médico ainda me orientou a passar as minhas senhas e os meus bens para o Paulo, para garantir o futuro da nossa filha, que estava com apenas 2 meses de vida. Antes de entrar no Centro Cirúrgico, eu quis falar com o médico, então eu orei nas mãos dele e pedi que Deus o usasse e que eu saísse viva e sem nenhuma lesão. E o milagre aconteceu, estou curada e sem nenhuma sequela”, comemora Carol.
Paulo também não tinha uma bela história para contar. “A minha vida não valia a pena ser vivida. Desde cedo, aos 13 anos, aprendi a lutar pela sobrevivência. A minha família era desestruturada, meu pai tinha vícios e era minha mãe quem mantinha a casa. Nós éramos considerados a pior família do bairro. Éramos motivo de vergonha para os parentes”, lembra.
O empresário resolveu conhecer o trabalho da Igreja Universal do Reino de Deus, ao assistir testemunhos na televisão. “Eu não tinha nada a oferecer quando cheguei à Igreja. Muitas vezes, eu tinha o dinheiro do ônibus ou para vir ou para voltar, então se eu ia de ônibus voltava a pé para casa e vice-versa”, explica.
Em pouco tempo Paulo e Carol se conheceram. Porém a família dela estava numa situação financeira melhor do que a dele, e por isso, os pais dela não acreditavam que ele poderia sustentá-la. “Eles não aceitavam a nossa união, mas, nós estávamos na mesma fé, e nos casamos. Só que uma das exigências da família dela era que pelo menos tivéssemos uma casa própria. Então, com muita dificuldade, compramos financiado um imóvel de 30 metros quadrados. A situação era tão difícil que nós nem fizemos festa de casamento, nos despedimos de nossos amigos na Igreja. Mas, eu tinha certeza que Deus mudaria a nossa vida, pela fé”, relata Paulo.
Na Fogueira Santa de junho de 2010, a família passou por um grande susto. Caroline desenvolveu no pescoço um cisto branquial, que não tinha chance de cura. “O meu médico disse que 90% das pessoas que fizeram a cirurgia saiam mortas do Centro Cirúrgico e as 10% restantes saiam paralisadas, sem nem conseguir falar. Só que eu não tinha a possibilidade de não fazer a operação, porque ao longo dos dias o cisto poderia descer para o pulmão e então eu faleceria da mesma forma”, lembra Carol.

Como o casal já estava na fé da Fogueira Santa, resolveu pedir ao médico duas semanas de tempo para resolver a situação: “Esse foi o pior momento, porque o médico disse que eu não teria aquelas duas semanas. Nós continuamos na fé e resolvi fazer a cirurgia. Tive que assinar um termo de responsabilidade e o médico ainda me orientou a passar as minhas senhas e os meus bens para o Paulo, para garantir o futuro da nossa filha, que estava com apenas 2 meses de vida. Antes de entrar no Centro Cirúrgico, eu quis falar com o médico, então eu orei nas mãos dele e pedi que Deus o usasse e que eu saísse viva e sem nenhuma lesão. E o milagre aconteceu, estou curada e sem nenhuma sequela”, comemora Carol.
Hoje o casal tem a casa própria de 700 metros quadrados, em 2 mil metros de terreno, toda reformada da maneira que eles sempre sonharam. Conquistaram dois carros, uma imobiliária com duas sedes e apartamento na praia. Além de saúde e abundância de vida.
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